Depois de reportagem do JN, chefe de gabinete de Agnelo pede demissão
Por Leandro Colon, na Folha Online:
O chefe de gabinete do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), decidiu na noite desta terça-feira (10) deixar o cargo. Citado na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, Cláudio Monteiro disse à Folha que tomou a decisão para “não expor” o governo do DF. Monteiro afirmou ainda que caberá ao governador definir se será apenas um afastamento temporário ou uma exoneração do cargo. “Farei o que for melhor para o governo. Quero sair para me defender também.” Ele disse também que vai se afastar do comando da secretaria-executiva do governo do DF que cuida da Copa do Mundo em Brasília. Monteiro informou que abrirá seus sigilos fiscais e bancários.
O chefe de gabinete do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), decidiu na noite desta terça-feira (10) deixar o cargo. Citado na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, Cláudio Monteiro disse à Folha que tomou a decisão para “não expor” o governo do DF. Monteiro afirmou ainda que caberá ao governador definir se será apenas um afastamento temporário ou uma exoneração do cargo. “Farei o que for melhor para o governo. Quero sair para me defender também.” Ele disse também que vai se afastar do comando da secretaria-executiva do governo do DF que cuida da Copa do Mundo em Brasília. Monteiro informou que abrirá seus sigilos fiscais e bancários.
A decisão
dele foi tomada depois de o “Jornal Nacional” revelar hoje gravações da
Operação Monte Carlo em que duas pessoas discutem um suposto pagamento
de propina a Cláudio Monteiro relacionado a contratos do governo do DF. O
diálogo divulgado é do ano passado entre o o sargento aposentado da
Aeronáutica Idalberto Matias, o Dadá, e Cláudio Abreu, então diretor da
Delta Construções. Ambos foram investigados pela Operação Monte Carlo,
que desmontou um esquema de jogos ilegais comandados, segundo a polícia,
pelo empresário Carlinhos Cachoeira.
No dia 16 de março, a Folha
revelou que, segundo a investigação da Polícia Federal, Monteiro
recebeu um telefone especial, antigrampo, de Carlinhos Cachoeira. O
jornal mostrou também que uma gravação de 2 de março de 2011 mostra o
sargento Dadá informando Cachoeira que foi marcada uma reunião com
Cláudio Monteiro.
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