Petralhas e JEG tentam emplacar defesa de Lewandowski na rede; ocorre que o ministro não está sendo atacado
Os
petralhas, estimulados pelo JEG, tentaram emplacar hoje nas redes
sociais, como vocês devem ter visto, a defesa do ministro Ricardo
Lewandowski. Defesa contra quem ou o quê? Ele não está sendo atacado por
ninguém. A única coisa que os brasileiros decentes esperam é que cumpra
a sua função e entregue logo o seu trabalho, pondo fim à novela da
revisão do processo do mensalão, para que se possa cumprir o cronograma
estabelecido pelo STF, que contou com o endosso de 9 dos 11 ministros.
Ele e Dias Toffoli não opinaram porque faltaram à reunião
administrativa.
É evidente
que o ministro está gerindo mal essa coisa toda. Reclamar da suposta
pressa é um despropósito. Choramingar por causa do volume excessivo de
trabalho também, já que lhe foi oferecido auxílio, e ele o recusou um
tanto ofendido.
Lewandowski
não é “o” Supremo, mas é membro do tribunal. O que quer que faça acaba
afetando a imagem da instituição. Ora, o que estamos constatando?
Infelizmente, vai ficando patente que os que pretendiam ver o processo
julgado só no ano que vem, com Cezar Peluso e Ayres Britto já
aposentados, apostavam tudo no, por assim dizer, tempo do revisor.
Infelizmente para eles, as coisas não saíram conforme o pretendido — que
alguns juram ter sido o “combinado”.
Quando o STF anunciou o seu cronograma, cheguei a perguntar aqui: “Combinaram com Lewandowski?”. No texto que escrevi nesta manhã a respeito,
observo que já dá para perscrutar por onde caminha o revisor. Ok. É um
direito dele disputar influência no tribunal e tentar emplacar a sua
tese. O ministro faça de sua reputação o que quiser — ninguém tem o
direito de interferir. Já a do Supremo diz respeito ao país e uma
questão institucional.
Conclua a revisão, Lewandowski! Não submeta o STF ao vexame!
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