Ora vejam! Ministério da Fazenda, do governo petista, multa banco Rural por causa de operações do mensalão ligadas a lavagem de dinheiro. Eles não ouviram Lula dizer que isso nunca existiu?
José
Dirceu e a petistada toda, liderada por Lula, dizem que o mensalão não
aconteceu e que todos são inocentes. Não é a opinião do Ministério da
Fazenda, um órgão do próprio governo, liderado pelo PT. Não é fabuloso? A
pasta manteve a multa de R$ 1,6 milhão aplicada ao Banco Rural por
ocultar evidências de lavagem de dinheiro.
Então
ficamos assim: o STF até pode inocentar todo mundo se quiser. Mas o
próprio governo do PT garante: aconteceu um crime, e é preciso aplicar a
multa. Mal posso esperar para ver alguns ministros do Supremo tentando
provar que a Fazenda está errada, né? Leiam trecho de reportagem de
Flávio Ferreira, na Folha.
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O Ministério da Fazenda manteve uma multa de R$ 1,6 milhão aplicada ao Banco Rural por ocultar as evidências de lavagem de dinheiro nas transações do mensalão. A condenação administrativa, imposta em primeira instância pelo Banco Central, atingiu ainda dois ex-diretores do banco que são réus no processo do mensalão no STF (Supremo Tribunal Federal). Os ex-dirigentes José Roberto Salgado e Ayanna Tenório Tôrres de Jesus foram multados e proibidos de ocupar cargos de direção em instituições financeiras.
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O Ministério da Fazenda manteve uma multa de R$ 1,6 milhão aplicada ao Banco Rural por ocultar as evidências de lavagem de dinheiro nas transações do mensalão. A condenação administrativa, imposta em primeira instância pelo Banco Central, atingiu ainda dois ex-diretores do banco que são réus no processo do mensalão no STF (Supremo Tribunal Federal). Os ex-dirigentes José Roberto Salgado e Ayanna Tenório Tôrres de Jesus foram multados e proibidos de ocupar cargos de direção em instituições financeiras.
A prática de
crime de lavagem de dinheiro é uma das principais acusações do
Ministério Público no processo criminal do mensalão. As punições
administrativas do BC foram aplicadas em 2007, no desfecho das
investigações iniciadas no Rural por conta do escândalo da compra de
apoio político. Em seguida, os punidos apresentaram recursos ao ministro
da Fazenda. Em 28 de março, o ministro Guido Mantega rejeitou as
alegações e manteve as penas com base em parecer da Procuradoria-Geral
da Fazenda Nacional. As punições foram aplicadas a partir das regras da
Lei de Lavagem de Dinheiro.
Segundo o
BC, o Banco Rural deixou de comunicar as autoridades sobre as transações
com fortes indícios de lavagem de dinheiro que envolveram as agências
de publicidade do empresário Marcos Valério Fernandes de Souza. De
acordo com as investigações, o banco e os dirigentes também não tomaram
as medidas necessárias para identificar as pessoas que sacaram na boca
do caixa as quantias destinadas aos beneficiários do esquema. Esse grupo
de sacadores foi composto principalmente por funcionários e emissários
de deputados federais.
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