O sumiço do vídeo mostrou que, para Dilma, falar inglês é falar brasileiro sílaba por sílaba
A
presidente Dilma Rousseff anuncia à plateia a próxima atração da
Rio+20: um vídeo “com uma mensagem da Estação Espacial Internacional,
cortesia da NASA, Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço”,
recita com um papel na mão. Olha para a direita. O vídeo não aparece.
Olha para a esquerda. Nada. Olha para a frente e para baixo. Coça os
dois lados do rosto, logo abaixo das pálpebras. Confere outra vez. O
vídeo continua sumido. Olha desconfiada para Ban Ki-moon,
secretário-geral da ONU, sentado à sua direita.
A cara de brava avisa que vai dar um pito no companheiro sul-coreano. Ou pelo menos chamá-lo de “meu querido”. Resolve dar uma última chance a Ki-moon. “E o vídeo?”, pergunta. O tom de voz é parecido com o que fazia José Sérgio Gabrielli chorar. A expressão confusa do visitante informa que o suspeito não entende coisa alguma em português, nem imagina o que enfureceu a presidente do Brasil. Então, Dilma decide interrogá-lo em inglês: “VI-DE-Ô”. Para sorte do desavisado forasteiro, o vídeo aparece antes que a inquisidora parta para as vias de fato.
O vídeo sobre o sumiço do vídeo comprova que, para o neurônio solitário, falar inglês é falar brasileiro sílaba por sílaba.
A cara de brava avisa que vai dar um pito no companheiro sul-coreano. Ou pelo menos chamá-lo de “meu querido”. Resolve dar uma última chance a Ki-moon. “E o vídeo?”, pergunta. O tom de voz é parecido com o que fazia José Sérgio Gabrielli chorar. A expressão confusa do visitante informa que o suspeito não entende coisa alguma em português, nem imagina o que enfureceu a presidente do Brasil. Então, Dilma decide interrogá-lo em inglês: “VI-DE-Ô”. Para sorte do desavisado forasteiro, o vídeo aparece antes que a inquisidora parta para as vias de fato.
O vídeo sobre o sumiço do vídeo comprova que, para o neurônio solitário, falar inglês é falar brasileiro sílaba por sílaba.
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