Da realidade para a ficção – Seriado americano liga PT a fraudes
Xiii…
Será preciso mobilizar o Marco Aurélio Garcia, o Antônio Patriota, as
agências de publicidade, lobistas etc. O Partido dos Camaradas
Companheiros, o PT, entrou no radar dos seriados americanos. Um deles,
informa Cristina Tardáguila, no Globo, levou ao ar um episódio em que o
partido aparece envolvido em fraudes.
O petista
de destaque nesse episódio se chama “Hector Campos”… Hector??? No
Brasil??? Acertaram no partido, mas erraram no idioma, hehe. Não
adianta! Eles acham mesmo que, do México para baixo, só se fala
espanhol. Não perdem dois minutos consultando o Google… Leiam o texto
publicado no Globo online.
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Nem o boom econômico nem o julgamento do mensalão conseguiram evitar que a política brasileira deixasse de ser tachada como corrupta em produções de origem americana. No capítulo do seriado “Person of interest” exibido no Brasil na última quarta-feira pela Warner Channel, a protagonista era Sofia Campos, filha de um diplomata brasileiro que sempre se atrasa para eventos oficiais e que pretende concorrer à Presidência da República pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Segundo o episódio, que usa reportagens fictícias escritas em português como imagens de apoio para dar corpo à trama, o grupo político que está no poder no país desde 2002 está envolvido em fraudes eleitorais e tem membros suscetíveis a subornos.
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Nem o boom econômico nem o julgamento do mensalão conseguiram evitar que a política brasileira deixasse de ser tachada como corrupta em produções de origem americana. No capítulo do seriado “Person of interest” exibido no Brasil na última quarta-feira pela Warner Channel, a protagonista era Sofia Campos, filha de um diplomata brasileiro que sempre se atrasa para eventos oficiais e que pretende concorrer à Presidência da República pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Segundo o episódio, que usa reportagens fictícias escritas em português como imagens de apoio para dar corpo à trama, o grupo político que está no poder no país desde 2002 está envolvido em fraudes eleitorais e tem membros suscetíveis a subornos.
A série
“Person of interest” faz sucesso desde o ano passado ao narrar a
história de um bilionário misterioso que desenvolveu um programa de
computador capaz de vigiar indivíduos e antecipar sua participação em
crimes — seja como vítima, agressor ou testemunha. Em cada capítulo, o
espectador acompanha a solução de um único caso.
No
terceiro capítulo da segunda temporada, exibido na americana CBS no dia
18 do mês passado, os políticos brasileiros estão na mira. A morena
Sofia Campos, interpretada pela mexicana Paloma Guzmán, é a filha
indomável de Hector Campos — diplomata destacado para atuar no fictício
consulado de Nova York e que é candidato à presidência do Brasil pelo
PT.
“Sofia foi
aceita em Oxford” — explica a voz do misterioso milionário em off já no
segundo minuto da trama. “E o partido político do pai dela foi acusado
de fraude na última eleição. Sequestros políticos não são incomuns no
país dela”.
E,
enquanto apresenta a protagonista, o seriado usa como imagens de apoio
matérias fictícias publicadas por sites brasileiros sobre o PT. Numa
delas, o título é claro: “DEM acusa de fraude o comitê eleitoral do PT”.
No corpo da matéria, informa-se que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE)
investiga o partido.
Quando
Hector Campos entra em cena, a voz do milionário volta ao off e destaca
que o diplomata não aprova o namoro de Sofia com um “mauricinho” de Nova
York chamado Jack. “A campanha política de Hector salienta igualdade
socioeconômica para todos. Enquanto isso, sua filha passeia pela cidade
com um cara rico”.
Enquanto
Sofia se envolve com narcotraficantes, o seriado levanta a hipótese de
uma conexão entre a máfia e a política brasileira. E Sofia não colabora.
“Ela já teve mais de seis seguranças este ano, ninguém consegue
acompanhá-la” — explica o pai, ao contratar mais um brutamontes. “Nem os
seguranças do consulado?” — questiona ele. “Não. Eles são brasileiros.
Suscetíveis ao suborno político, à espionagem, a vazar fofocas para a
imprensa.”
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