O falante Lula está em silêncio. E quando fala…
Lá
vou eu fazer uma provocação… Depois que o “neoliberalismo de esquerda” —
sim, o Brasil inventou essa outra jabuticaba — transformou pobre em
“classe média”, decretou-se o fim do pecado ao sul do Equador. Tudo é
permitido. Por que essa introdução?
Luiz
Inácio Apedeuta da Silva participou ontem de uma solenidade com
catadores de papelão. É um homem do povo, vocês sabem. Desde que
estourou o mais novo escândalo da República — este que tem a sua amiga
Rose como uma das protagonistas —, o normalmente loquaz e buliçoso líder
petista se calou. Indagado por jornalistas sobre a lambança, ele
afirmou:
“Muita gente não quer entender por que nós tiramos 28 milhões de pessoas da miséria, por que se levou (sic) 40 milhões de pessoas para a classe média, por que se gerou (sic) quase 20 milhões de empregos nesse país. As notícias ruins são manchetes, as notícias boas saem pequenininhas assim”.
“Muita gente não quer entender por que nós tiramos 28 milhões de pessoas da miséria, por que se levou (sic) 40 milhões de pessoas para a classe média, por que se gerou (sic) quase 20 milhões de empregos nesse país. As notícias ruins são manchetes, as notícias boas saem pequenininhas assim”.
É a
ladainha de sempre — e mentirosa, como sempre. A verdade está justamente
no contrário. O noticiário comprou, por exemplo, a balela desta pujante
“classe média” espalhada por cortiços e favelas. O Brasil está prestes a
extinguir a pobreza por decreto. Basta mais um mandato petista…
Aí, seguindo a lógica lulo-petista, basta colher uma nova safra de escândalos.
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